quarta-feira, 3 de outubro de 2012
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Parque da Bolívia tem maior biodiversidade do mundo
Parque Nacional Madidi possui 11% das espécies de pássaros do mundo, 200 espécies de mamíferos, quase 300 tipos de peixes e 12 mil variedades de plantas.
Uma reserva florestal no noroeste da Bolívia é o local com maior biodiversidade do planeta, segundo levantamento feito pela entidade internacional de preservação Wildlife Conservation Society (WCS), sediada nos Estados Unidos.
Segundo compilação de dados da WCS, o Parque Nacional Madidi possui 11% das espécies de pássaros do mundo, 200 espécies de mamíferos, quase 300 tipos de peixes e 12 mil variedades de plantas.
Em seu território de 19 mil quilômetros quadrados, o parque abrange desde florestas tropicais da Amazônia a picos congelados dos Andes. O levantamento é resultado de dados coletados por mais de 40 cientistas de diversas entidades que trabalharam no parque por 15 anos.
Os cientistas concluem que apenas 11 países no mundo possuem maior número de espécies de pássaro do que Madidi. No total, são 1,1 mil espécies diferentes no parque boliviano. Os Estados Unidos têm, em todo o seu país, 900 espécies de pássaros.
O parque nacional boliviano é um dos maiores destinos turísticos do país, e faz parte de um complexo maior de conservação chamado Madidi-Tambopata.
Esta azulão-boia é uma de 50 espécies de cobras do Parque Madidi.
Uma reserva florestal no noroeste da Bolívia é considerado o local com maior biodiversidade do planeta, segundo a Wildlife Conservation Society (WCS). Este filhote é de um gavião-real, a mais poderosa ave predatória do mundo.
O parque boliviano também é famoso pela sua grande variedade de anfíbios. Ao todo, são mais de cem espécies diferentes, como este bufo
Este jovem jaçanã é um das centenas de tipos de pássaros do parque Madidi
Um jaguar aproveita o final de tarde no rio Madidi, a noroeste da Bolívia.
Em seu território de 19 mil quilômetros quadrados, o parque abrange desde florestas tropicais da Amazônia a picos congelados dos Andes.
Esta espécie de Cotinga, a Palkachupa Cotinga, só existe nas florestas e savanas da região do Apolo, no parque boliviano.
Segundo uma compilação de dados da WCS, o Parque Nacional Madidi possui 11% das espécies de pássaros do mundo, como esta fêmea de uirapuru-de-chapéu-azul.
Segundo compilação de dados da WCS, o Parque Nacional Madidi possui 11% das espécies de pássaros do mundo, 200 espécies de mamíferos, quase 300 tipos de peixes e 12 mil variedades de plantas.
Em seu território de 19 mil quilômetros quadrados, o parque abrange desde florestas tropicais da Amazônia a picos congelados dos Andes. O levantamento é resultado de dados coletados por mais de 40 cientistas de diversas entidades que trabalharam no parque por 15 anos.
Os cientistas concluem que apenas 11 países no mundo possuem maior número de espécies de pássaro do que Madidi. No total, são 1,1 mil espécies diferentes no parque boliviano. Os Estados Unidos têm, em todo o seu país, 900 espécies de pássaros.
O parque nacional boliviano é um dos maiores destinos turísticos do país, e faz parte de um complexo maior de conservação chamado Madidi-Tambopata.
Esta azulão-boia é uma de 50 espécies de cobras do Parque Madidi.
Uma reserva florestal no noroeste da Bolívia é considerado o local com maior biodiversidade do planeta, segundo a Wildlife Conservation Society (WCS). Este filhote é de um gavião-real, a mais poderosa ave predatória do mundo.
O parque boliviano também é famoso pela sua grande variedade de anfíbios. Ao todo, são mais de cem espécies diferentes, como este bufo
Este jovem jaçanã é um das centenas de tipos de pássaros do parque Madidi
Um jaguar aproveita o final de tarde no rio Madidi, a noroeste da Bolívia.
Em seu território de 19 mil quilômetros quadrados, o parque abrange desde florestas tropicais da Amazônia a picos congelados dos Andes.
Esta espécie de Cotinga, a Palkachupa Cotinga, só existe nas florestas e savanas da região do Apolo, no parque boliviano.
Segundo uma compilação de dados da WCS, o Parque Nacional Madidi possui 11% das espécies de pássaros do mundo, como esta fêmea de uirapuru-de-chapéu-azul.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Primatas.
Nova espécie de macaco com juba é encontrada na África
Cientistas afirmam que fato de espécie viver concentrada em uma mesma região pode representar uma ameaça maior para sua conservação
Uma nova espécie de macaco foi encontrada na África. É apenas a segunda espécie de primata a ser identificada em 28 anos, de acordo com cientistas.O primata foi descoberto na República Democrática do Congo, onde ele é conhecido como ''lesula''.
Dois rios, o Congo e o Lomani, separam o habitat da espécie de seus dois primos mais próximos.
Ambientalistas afirmam que a descoberta ressalta a necessidade de proteger a vida selvagem na Bacia do Congo.
A descoberta foi divulgada na publicação científica especializada online Public Library of Science .
Engaiolado
O primeiro contato que cientistas tiveram com o macaco foi quando eles encontraram uma fêmea jovem, mantida em uma gaiola por um professor de escola primária, na cidade de Opala.
O animal agora está sob cuidados de um instituto especializado e sendo monitorado por cientistas.
Seis meses depois de encontrar o animal preso, especialistas conseguiram achar outros primatas da espécie no ambiente selvagem.
''Quando demos início às nossas investigações, não sabíamos o quão importante do ponto de vista biológico seriam as nossas descobertas'', afirma John Hart, da Fundação Lukuru, que comandou o projeto.
''Não esperávamos encontrar uma nova espécie, especialmente entre um grupo tão conhecido como os macacos guenon africanos'', acrescenta o pesquisador.
No documento que descreve os animais, os cientistas detalharam seus traços distintos: "Uma juba de longos fios loiros rodeando um rosto pálido e nu com um focinho com uma faixa cor de creme vertical''.
Rosto peculiar
O rosto desnudo do lesula é diferente do rosto negro e peludo do parente mais próximo do animal.
O primata ganhou o nome científico de Cercopithecus lomamiensis , em homenagem ao rio Lomani, localizado na região de seu habitat natural.
Os pesquisadores acreditam que o animal viva em uma área de cerca de 17 mil quilômetros quadrados na região central da República Democrática do Congo.
Os especialistas temem que devido ao fato de a espécie viver concentrada em uma mesma região ela poderia estar mais ameaçada por ações predatórias, como a prática da caça para usar sua carne como alimento.
O antropólogo Andrew Burrell, da Universidade de Nova York, disse à BBC que ''a descoberta pode representar talvez a primeira desta floresta notável, mas pouco conhecida na parte central da República Democrática do Congo, uma região de grande diversidade de primatas''.
Uma espécie de parto virgem foi encontrado em vertebrados selvagens pela primeira vez
Cobras fêmeas que se reproduzem sem o macho são descobertas nos EUA
Uma espécie de parto virgem foi encontrado em vertebrados selvagens pela primeira vez, por pesquisadores americanos da Universidade de Tulsa, no Estado de Oklahoma.
Uma espécie de parto virgem foi encontrado em vertebrados selvagens pela primeira vez, por pesquisadores americanos da Universidade de Tulsa, no Estado de Oklahoma.
Os cientistas encontraram fêmeas grávidas de víboras norte-americanas e analisaram geneticamente os filhotes, o que comprovou que elas são capazes de se reproduzirem sem o macho.
O fenômeno se chama partenogênese facultativa e só foi registrado antes em espécies em criadas em cativeiro.
Os cientistas dizem que a descoberta pode mudar a compreensão atual sobre a reprodução animal e a evolução dos vertebrados.
Até hoje, pensava-se que era extremamente raro que uma espécie normalmente sexuada se reproduzisse assexuadamente.
Identificadas primeiro em galinhas domésticas, os "partos virgens" foram também registrados recentemente em algumas espécies de cobras, tubarões, lagartos e pássaros.
No entanto, tais nascimentos sempre aconteceram em cativeiro, com as fêmeas sendo mantidas longe dos machos.
Novidades evolutivas
Nascimentos virgens em vertebrados geralmente são vistos como 'novidades evolutivas', segundo o professor Warren Booth, que conduziu o estudo questionando a ideia, divulgado na publicação científica Royal Society's Biological Letters.
Ele e seus colaboradores examinaram os nascimentos em populações de duas espécies de víboras norte-americanas já conhecidas e separadas geograficamente.
Em um dos grupos, uma em 22 cobras se reproduziu sem o macho. No outro, isso aconteceu com uma das 37 víboras.
'A frequência foi o que mais nos chocou. Isso quer dizer que entre 2,5 e 5% dos filhotes produzidos nestas populações podem resultar de partenogênese', afirmou Booth.
'Isso é bastante para algo que é considerado novidade na evolução.'
sábado, 14 de julho de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
Fotógrafo registra incríveis paisagens em vale dos EUA
Fotógrafo registra incríveis paisagens em vale dos EUA
O fotógrafo amador Mike Brandt registrou as imagens no vale Palouse, em Washington, nos Estados Unidos. A foto acima foi tirada em Steptoe Butte, no coração do vale. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail
De abril a setembro, muitos fotógrafos visitam a região para registrar a paisagem
Depois de visitar o vale pela primeira vez, Brandt diz ter ficado 'viciado'. Desde então, faz viagens semanais à região para fotografar
Banhados na luz solar, os vales verdes e as dunas parecem estar brilhando
terça-feira, 22 de maio de 2012
Alguns dos poucos animais que sobrevivem no cerrado.
Mamíferos do Cerrado
O Cerrado caracteriza uma vegetação predominante em grande parte do território brasileiro. Já chegou a ocupar um quarto da área do país, cobrindo dez estados, mas hoje resta menos de 20% dessa totalidade.
A presença das três bacias hidrográficas, que são as maiores da América do Sul, Tocantins-Araguaia, São Francisco e Prata, favorecem a biodiversidade da fauna e flora.
A partir desses dados, vamos restringir o foco de observação e análise na zoogeografia do Cerrado, ou seja, o potencial faunístico desse domínio fantástico.
A seguir veremos uma série de animais mamíferos que transitam nos variados subsistemas do Cerrado:
A presença das três bacias hidrográficas, que são as maiores da América do Sul, Tocantins-Araguaia, São Francisco e Prata, favorecem a biodiversidade da fauna e flora.
A partir desses dados, vamos restringir o foco de observação e análise na zoogeografia do Cerrado, ou seja, o potencial faunístico desse domínio fantástico.
A seguir veremos uma série de animais mamíferos que transitam nos variados subsistemas do Cerrado:
Anta (Tapirus terrestris)
Peso adulto entre 140 a 250 kg, locomove em todos os subsistemas do Cerrado, embora encontra-se com maior frequência em subsistemas de veredas e ambientes alagadiços e matas ciliares. Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), esta espécie encontra-se vulnerável (VU,Vulnerable).
Ariranha (Pteronura brasiliensis)
Peso adulto de 20 kg, transita em mata ciliar. Segundo a IUCN, encontra-se em perigo (EM, Endangered).
Bugio-preto ou guariba (Alouatta caraya)
Peso adulto: 8 a 10 kg, apresenta-se no subsistema de mata ciliar. Segundo a IUCN, está em risco mínimo de extinção (LC, Least Concern).
Cachorro-do-mato (Cerdocyon thous)
Peso adulto: 8 kg, transita no subsistema de campo e cerrado. Segundo a IUCN, também está em risco mínimo de extinção.
Cangambám ou Jaratataca (Conepatus semistriatus)
Peso adulto: 1 kg, transita nos subsistemas de campo e cerrado. Risco mínimo de extinção.
Capivara (Hydrochoerus hydrochaeris)
Peso adulto: 60 a 70 kg, apresenta-se nos subsistemas de veredas e ambientes alagadiços e em matas ciliares. Risco mínimo de extinção.
Cervo (Blastocerus dichotomus)
Peso adulto: 100 kg, apresenta-se com maior frequência nos subsistemas de campo, veredas e ambientes alagadiços, mata e mata ciliar. Segundo a IUCN, vulnerável (VU, Vulnerable).
Cuíca (Philander opossum)
Peso adulto: 4 kg, transita em todos os subsistemas. Risco mínimo de extinção.
Gambá (Didelphis albiventris)
Peso adulto: 1 kg, transita nos subsistema cerradão e mata. Risco mínimo de extinção.
Gato-maracajá (Leopardus wiedii)
Peso adulto: 6 kg, transita na mata. Segundo a IUCN, é ume espécie quase ameaçada (NT, Near Threatened).
Gato-mourisco (Puma yagouaroundi)
Peso adulto: 10 kg, transita nas veredas e em ambientes alagadiços. Risco mínimo de extinção.
Gato-palheiro (Leopardus colocolo)
Peso adulto: 3 kg, transita no subsistema de cerrado. Espécie quase ameaçada (NT, Near Threatened).
Irara (Eira barbara)
Peso adulto: 8 kg, transita nos subsistemas de mata, mata ciliar. Risco mínimo de extinção.
Jaguatirica (Leopardus pardalis)
Peso adulto: 15 kg, apresenta-se no cerrado, cerradão, mata e mata ciliar. Risco mínimo de extinção.
Lobo-guará (Chrysocyon brachyurus)
Peso adulto: 20 kg, transita nos subsistema de campo, cerrado e mata ciliar. Espécie quase ameaçada (NT, Near Threatened).
Lontra (Lontra longicaudis)
Peso adulto: 10 kg, transita na mata ciliar. Dados insuficientes relativos ao seu status de conservação (DD, Data Deficient).
Mão-pelada (Procyon cancrivorus)
Peso adulto: 15 kg, transita no subsistema de mata ciliar. Risco mínimo de extinção.
Onça-pintada (Panthera onca)
Peso adulto: 80 a 100 kg, transita nos subsistemas de cerradão, mata e mata ciliar. Espécie quase ameaçada.
Ouriço-cacheiro (Coendou prehensilis)
Peso adulto: 6 a 8 kg, transita no cerradão, mata, mata ciliar, veredas e ambientes alagadiços. Risco mínimo de extinção.
Paca (Cuniculus paca)
Peso adulto: 6 a 8 kg, transita no subsistema de mata ciliar. Risco mínimo de extinção.
Porco-do-mato, ou queixada (Tayassu pecari)
Peso adulto: 35 a 40 kg, transita pelos subsistemas do cerrado, cerradão, mata e mata ciliar. Espécie quase ameaçada.
Quati (Nasua nasua)
Peso adulto: 5 kg, transita nos subsistemas de cerradão e mata. Risco mínimo de extinção.
Raposa-do-campo (Pseudalopex vetulus)
Peso adulto: 8 kg, transita no subsistema de campo. Risco mínimo de extinção.
Suçuarana (Puma concolor)
Peso adulto: 60 kg, apresenta-se nos subsistemas de campo, cerrado, cerradão, mata e mata ciliar. Risco mínimo de extinção.
Tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla)
Peso adulto: 25 a 30 kg, transita em subsistema de campo e cerrado. Situação da espécie: vulnerável.
Tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla)
Peso adulto: 5 a 8 kg, transita em todos os subsistemas, mas apresenta-se com maior frequência no campo. Risco mínimo de extinção.
Tatu-canastra (Priodontes maximus)
Peso adulto: 30 kg, é encontrado nos subsistemas de campo, cerrado, cerradão e mata ciliar. Situação da espécie: vulnerável.
Tatupeba (Euphractus sexcinctus)
Peso adulto: 3 a 4 kg, transita em campo e cerrado. Risco mínimo de extinção.
Tatu-bola (Tolypeutes tricinctus)
Peso adulto: 2 a 3 kg, transita nos subsistemas de campo e cerrado. Situação da espécie: vulnerável.
Tatu-galinha (Dasypus novemcinctus)
Peso adulto: 6 a 8 kg, transita no subsistema de campo, cerrado, cerradão e mata ciliar. Risco mínimo de extinção.
Tatu-rabo-mole (Cabassous unicinctus)
Peso adulto: 3 kg, apresenta-se em subsistemas de campo e cerrado. Risco mínimo de extinção.
Veado-catingueiro (Mazama gouazoubira)
Peso adulto: 20 kg, transita no subsistema do cerradão, mata e mata ciliar. Risco mínimo de extinção.
Veado-campeiro (Ozotoceros bezoarticus)
Peso adulto: 40 a 60 kg, transita com maior frequência no subsistema de campo e cerrado. Espécie quase ameaçada de extinção.
Veado-mateiro (Mazama americana)
Peso adulto: 25 a 30 kg, transita no subsistema de cerradão, mata e mata ciliar. A IUCN não possui dados suficientes para avaliar seu status de conservação - (DD,Data Deficient).
Assinar:
Comentários (Atom)













































