terça-feira, 29 de novembro de 2011

Devastação na Amazônia.

INPE: Amazônia perdeu 253,8 km2 de floresta em setembro de 2011 -


Dados divulgados pelo Instituto de Pesquisa Espacial (INPE) apontam que no mês de setembro a Amazônia perdeu 253,8 quilômetros quadrados (km2) de floresta.  Os dados são coletados pelo sistema de detecção do desmatamento em tempo real (Deter)
Mato Grosso e Rondônia foram os dois Estados que mais registraram alta no desmatamento de janeiro a setembro deste ano, na comparação o mesmo período de 2010.  Mato Grosso aumentou o desmate em 72%, e Rondônia em 23%.
Em setembro, Mato Grosso desmatou 110,8 km² e Rondônia perdeu 49,9 km² de floresta, principalmente nos municípios próximos às obras das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio.  Porto Velho (RO) foi o município que mais desmatou, foram 33,4 km2 de florestas devastadas.
No mapa os pontos amarelos mostram a localização dos alertas emitidos pelo DETER.



Pará é o terceiro da lista, com 46,9 km² de desmatamento, seguido por Amazonas (27,7 km²), Acre (6,1 km²), Maranhão (7,7 km²), Roraima (2,5 km²) e Tocantins (2,2 km²).  Em setembro de 2011, apenas 5% da Amazônia não foram observados devido à cobertura de nuvens.


Em função da cobertura de nuvens variável de um mês para outro e, também, da resolução dos satélites, o INPE não recomenda a comparação entre dados de diferentes meses e anos obtidos pelo DETER.



Aquecimento Global


DEZ COISAS A SE FAZER (sobre o aquecimento global)




DEZ COISAS A SE FAZER

Você quer ajudar a parar o aquecimento global?

Aqui estão 10 coisas que você pode fazer (e também a quantidade de dióxido de carbono que você vai deixar de emitir).
Alaska vista do espaço


Troque uma lâmpada
Substituir uma lâmpada comum por uma lâmpada fluorecente evitará a emissão de 80 kilos de dióxido de carbono por ano.

Dirija menos
Ande, vá de bicicleta, faça revesamento de carros e use o sistema de transportes com mais frequência. Voce deixará de emitir 1 kilo de dióxido de carbono por cada 3,5 km que voce deixar de dirigir.

Confira os pneus
Manter seus pneus calibrados corretamente pode diminuir em mais de 3% o consumo de gasolina/álcool. Cada litro de combustível economizado reduz 2,5 kilos de emissão de dióxido de carbono na atmosfera.



Use menos água quente
Aquecer a água demanda muita energia. Instale um chuveiro de baixa pressão e você deixará de emitir 180 kilos de dióxido de carbono por ano.

Recicle
Você pode reduzir 600 kilos na emissão de dióxido de carbono por ano se reciclar o lixo produzido em sua casa.

Evite produtos com muitas embalagens
Você pode deixar de emitir 600 kilos de dióxido de carbono se diminuir em 10% a quantidade de lixo que produz,

Coma menos carne
A produção de 1 caloria de proteína animal queima dez vezes mais combustíveis fosseis e emite dez vezes mais gás carbônico que a produção de 1 caloria de proteína vegetal. O Brasil ocupa o quarto lugar com maior responsabilidade pelo efeito estufa por conta das queimadas para pastagens.

Plante uma árvore
Uma única árvore absorverá 1 tonelada de dióxido de carbono durante sua vida.

Desligue os aparelhos eletrônicos
Simplesmente desligar sua televisao, DVD player, som e computador quando não estão sendo utilizados, reduzirá a emissão de toneladas de dióxido de carbono por ano.

Espalhe essas informações!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Reciclagem de pet




Reciclagem de pet

A reciclagem do PET tem muitos benefícios. Um deles é a redução do volume de lixo coletado que é removido para aterros sanitários proporcionando melhorias sensíveis no processo de decomposição da matéria orgânica. A economia de energia elétrica e petróleo, a geração de empregos e menor preço para o consumidor de artefatos produzidos com plástico reciclado - aproximadamente 30% mais baratos do que os mesmos produtos fabricados com matéria-prima virgem, também são algumas vantagens da reciclagem desse material.

A introdução da embalagem de PET (polietileno tereftalato) no Brasil aconteceu em 1988. A ideia gerou benefícios aos consumidores, mas trouxe também o desafio da reciclagem de mais de 200 mil toneladas de lixo descartados diariamente no país. Somente nas regiões metropolitanas são consumidos 6 bilhões de embalagens de PET anualmente, segundo dados do Cempre (Compromisso Empresarial para Reciclagem), associação sem fins lucrativos dedicada à promoção da reciclagem. O processo de reciclagem no Brasil é o mecânico, o mais utilizado no mundo, pois requer apenas 30% da energia necessária para a produção de matéria-prima.

A primeira fase do processo de reciclagem é a separação das garrafas PET de acordo com as cores. Podemos contribuir também retirando os rótulos e tampinhas. Durante o processo de reciclagem que acontece nas cooperativas, depois da separação de cores, os PETs são colocados em uma peneira rotativa que faz a lavagem externa, tirando detritos como pedras, terra e poeira. A próxima fase é passar pelo moinho que fará a trituração, e depois a máquina lavadora que deixará o material limpo para ser armazenado.

Após reciclado, o PET se transforma em matéria-prima para vários outros setores da indústria. Roupas esportivas, calçados, mochilas e demais peças do vestuário já são feitas de PET. A indústria automotiva reaproveita a matéria-prima em carpetes, peças para barco, estofamentos, etc. Lojas de móveis usam o PET reciclado como enchimento de sofás e cadeiras, entre outras utilidades.

Muitos artesãos também transformam o PET em novas peças com utilidades totalmente diferentes das que oferecem o produto inicial e quando esse processo ocorre, é necessário estar atento à forma como essa modificação acontece para não alterar a matéria-prima.

A atenção com o processo de reciclagem acontece desde o momento da compra. O consumidor precisa ser consciente e comprar aquilo que realmente precisa e, se possível, dar preferência aos produtos contidos em embalagens recicláveis.


terça-feira, 22 de novembro de 2011

Mancha de óleo

Óleo começou a vazar no litoral norte do Estado do Rio de Janeiro, depois que um poço começou a ser perfurado no campo do Frade, na bacia de Campos. A empresa responsável pela área, a multinacional americana Chevron, tapou e interditou o poço, mas a fenda por onde o óleo saia continuou aberta. A petrolífera admitiu que não há previsão para concluir a vedação da fissura. No sobrevoo da última sexta-feira (18) o Grupo de Acompanhamento do acidente constatou que a mancha continua se afastando da costa do Rio

domingo, 20 de novembro de 2011

Vazamento Em campo de Frade


Vazamento de petróleo no Rio completa 12 dias
com divergências do tamanho da mancha




O vazamento de petróleo em uma área de exploração da empresa norte-americana Chevron na Bacia de Campos, litoral do Rio de Janeiro, chega aos 12 dias com uma dúvida: qual a real dimensão da mancha que se espalha pelo Oceano Atlântico?
 A Chevron chegou a dizer que a área afetada pela mancha foi de 1,8 km², no entanto, a estimativa de fiscais da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) é de que a área diretamente afetada seja de quase 12 km², pelo menos seis vezes maior que o divulgado. 


De qualquer forma, as marcas de óleo chegaram a atingir pontos espalhados por pelo menos 163 km². 
O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, acusou, na sexta-feira (18), a empresa petrolífera Chevron de ter subestimado a quantidade real de petróleo vazado do Campo de Frade, na bacia de Campos.

Também há divergências sobre o volume que teria vazado. A ANP diverge também desses valores e afirma que pelas condições em que se encontra a mancha, o vazamento foi de, pelo menos 200 a 330 barris por dia, o equivalente a 50 mil litros de petróleo a cada 24 horas. A empresa se recusa a dar a estimativa atual do volume que teria vazado.

 A mancha, situada a 120 km da costa de Campos, e estaria se afastando em direção ao Sudeste, para alto mar. 

A Polícia federal apura ainda a informação de que o poço foi perfurado em uma extensão 500 m além do permitido. Até o domingo (20), sete funcionários da empresa foram intimados a dar esclarecimentos a partir desta segunda-feira (21). Também foram chamados os engenheiros que trabalham na plataforma. 

O delegado Fábio Scliar, responsável pelas, informou no sábado (19) que a empresa Chevron, responsável pela extração do petróleo, pode ser indiciada duas vezes por crime ambiental.
 

- O secretário Carlos Minc informou que a empresa está jogando areia no óleo que está sobre a superfície para que ele desça de volta para o fundo do mar. Caso isso seja comprovado, a empresa será responsabilizada duas vezes: uma pelo vazamento em si e outra por usar essa técnica. O correto seria retirar o petróleo do mar, e não mandá-lo para baixo. 

O poço onde começou o vazamento é o campo de Frade, na Bacia de Campos, tem capacidade para produzir 75 mil barris de petróleo por dia. Com esse número, o local é o oitavo maior campo em exploração do país. 

A Chevron detém 52% das ações deste poço seguido de 30% de participação da Petrobras e 18% do consórcio japonês Frade Japão. 

Segundo a multinacional, 18 navios estão tentando conter a mancha de óleo e não permitir que ela se espalhe. Oito seriam são da própria Chevron e outros 10 cedidos pela Petrobras, Statoil, BP, Repsol e Shell. 

Migração de espécies comprometida 
No meio do caminho, havia óleo. Obstáculo difícil de superar por baleias como jubarte, minke-antártica, baleia-de-bryde e entre 20 e 25 espécies de golfinhos e pequenos cetáceos que usam a Bacia de Campos como rota migratória. 

O óleo que vazou por pelo poço no Campo de Frade, operado pela Chevron Brasil, chegou a cobrir uma superfície equivalente a 16,3 mil campos de futebol. 

E o dano ambiental é difícil de mensurar. No acidente provocado por uma explosão na plataforma de perfuração da British Petroleum, no Golfo do México, em abril do ano passado, 800 milhões de litros de óleo vazaram por 87 dias. 

Somente 2% das carcaças dos animais atingidos chegaram ao litoral, aponta o biólogo Salvatore Siciliano, coordenador do Grupo de Estudos de Mamíferos Marinhos da Região dos Lagos, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). 

As baleias jubarte, por exemplo, estão retornando para o Polo Sul. Depois de se alimentar durante o verão, no inverno elas nadaram em direção à linha do Equador, em busca de águas mais quentes para se reproduzir. Agora, voltam para a Antártica acompanhadas de seus filhotes. 

O secretário de Estado do Ambiente, Carlos Minc, viu três delas nadando perto da mancha - uma a menos de 300 m de distância. 

Além dos mamíferos, o dano para as aves é agudo. Acredita-se que elas confundam a mancha de óleo com cardumes e, por isso, mergulhem no petróleo.

Ninho de pássaro



Meteorologista acha ninho de pássaro 

embaixo de equipamento em MS




Uma família de pássaros pretos construiu o ninho embaixo da plataforma onde fica parte dos equipamentos da estação meteorológica da Uniderp-Anhanguera, em Campo Grande. O meteorologista responsável pelo local, Natálio Abrão, disse ao Blog Ecológico que fotografa as aves diariamente para acompanhar o crescimento dos filhotes.

Ele explica que o local onde fica a estação é cercado por uma área verde, tornando comum o aparecimento de animais, principalmente aves, no local. “Nós temos canários, corujas, pássaros pretos e sabiás. Todos eles ali. A gente procura dar alimentos para que eles não saiam da área. Eles vão vivendo nesse ambiente e você acaba tendo uma afinidade com esses animais”, afirma o meteorologista.


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Vazamento no campo de Frade


Vazamento de óleo no Campo do Frade.


Os responsáveis podem ou não ser punidos,mas...


Quem poderá repor os danos que mais ainda será causado ao meio ambiente geral !


Foi no campo de Frade operado pela Chevron do Brasil, o oitavo maior produtor do país individualmente. Em setembro ele produziu 74,768 mil barris de óleo e 899,35 mil metros cúbicos de gás. Na lista de 20 maiores produtores do país, apenas três campos não são operados pela Petrobras. Além de Frade estão na lista Ostra (Shell) e Peregrino (Statoil).
O vazamento foi denunciado pelo Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro) no dia 09 de novembro próximo, mas a operadora demorou 24 horas para admitir o vazamento, feito através de uma nota em seu sitio nos Estados Unidos informando que se tinha detectado o vazamento “entre o campo de Frade e o de Roncador – que é operado pela Petrobras – quando, na verdade, ele se deu bem próximo de uma de suas plataformas de perfuração, a Sedco706, da Transocean, a mesma proprietária da Deepwater Horizon, que provocou o acidente no Golfo do México.
As informações, segundo a Chevron, são de que os detalhes do vazamento foram observados por um veículo submarino operado à distância (ROV), que identificou que o óleo é proveniente de uma falha na superfície do fundo do mar, próxima ao Campo Frade. À noite, a empresa disse apenas que as investigações sobre as causas prosseguiam.
O governo está acompanhando e apoiando todas as providências da empresa Chevron Brasil para interromper o vazamento, por meio do Ministério das Minas e energia e da Marinha do Brasil.
Estes fatos não receberam destaque da mídia embora seja grave e importante, talvez pelo fato de ter sido ocasionado pela Chevron, que demorou muito  para admitir o vazamento e, quando o fez, foi de forma imprecisa, tentando aproximar o problema do poço operado pela Petrobrás e culpando uma falha geológica que, segundo especialistas, é muito improvável de ser a real causa do acidente, considerado de pequena monta mas que foi um acidente como o ocorrido no Golfo do México, este de grande monta, ocasionado pela mesma empresa que opera o poço onde ocorreu o vazamento.
Com informações do Valor Econômico e Agência Brasil

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Emissão Co2

Níveis de CO2 estão mais altos que cenário mais pessimista de cientistas

 

 

Departamento de Energia dos Estados Unidos calcula que a emissão de CO2 chegou à maior quantidade já registrada e aponta que países do Protocolo de Quioto conseguiram cumprir suas metas, mas Estados Unidos, China e Índia somaram mais da metade do aumento.

Em 2010, após a crise financeira ocorrida em 2008 e 2009, o mundo começou a retomar seu desenvolvimento econômico, mas não foi só a economia que cresceu. Segundo o Departamento de Energia dos Estados Unidos, as emissões globais de dióxido de carbono subiram 6% no último ano, atingindo o mais alto nível já registrado.

De acordo com o Departamento, a liberação mundial de gases do efeito estufa (GEEs) aumentou em 564 milhões de toneladas (512 milhões de toneladas métricas) em relação à taxa de emissão de 2009.

“É um grande salto. Do ponto de vista das emissões, a crise financeira global parece ter acabado”, declarou Tom Boden, diretor do Departamento de Energia do Centro de Análise da Informação do Laboratório Nacional Oak Ridge dos Estados Unidos, à Associeted Press (AP).

“Quanto mais falamos sobre a necessidade de controlar as emissões, mais elas estão crescendo”, alertou John Reilly, co-diretor do Programa Conjunto de Ciência e Política de Mudança Global do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

Esse aumento nas emissões foi causado em grande parte pelos Estados Unidos, pela China e pela Índia, já que os países que assinaram o Protocolo de Quioto conseguiram reduzir sua liberação de carbono em 8% em relação aos níveis de 1990, diminuindo sua contribuição nas emissões mundiais de 60% em 1990 para menos de 50% atualmente.

Com esses dados, é possível perceber o quão alarmante é a situação, já que mesmo com a redução das emissões nos países do Protocolo, elas continuam a crescer. Para Granger Morgan, diretor de engenharia e do departamento de políticas públicas da Universidade de Carnegie Mellon, é “realmente desalentador. Estamos gerando um legado horrível para nossos filhos e netos”.

Esse nível de aumento já ultrapassou o pior cenário projetado por cientistas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) em 2007, que previram que as temperaturas globais aumentariam entre 2,4 e 6,4 graus Celsius até o final do século, sendo a estimativa mais provável a de quatro graus Celsius. E com o crescimento desenfreado de países como a China e a Índia, esta condição só tende a piorar.

No entanto, segundo Reilly, esse crescimento tem seu lado positivo, pois vem permitindo que muitas pessoas melhorem suas condições de vida, porém é importante buscar alternativas menos impactantes ambientalmente para que essa melhora ocorra integralmente.

“A boa notícia é que essas economias estão crescendo rapidamente. Melhorias econômicas mais amplas em países pobres têm trazido melhorias de vida às pessoas. Mas fazer isso com dependência crescente no carvão está pondo o mundo em perigo”, alertou o codiretor.

Mas há indícios de que estes países estão tomando algumas atitudes, ainda que poucas, para contribuir para um desenvolvimento de baixo carbono. Nesta semana, por exemplo, a China decidiu banir as importações de lâmpadas incandescentes de 100 MW ou mais a partir de outubro de 2012, as de 60 MW a partir de 2014, e as de 15 MW a partir de 2016.

Essa eliminação ajudaria o país a economizar 48 milhões de kWh e a reduzir 48 milhões de toneladas anuais de carbono assim que todas as lâmpadas incandescentes fossem abolidas. Além de contribuir com a mitigação das emissões chinesas, o plano também auxiliaria na diminuição de emissões em outros países, já que das 3,85 bilhões de lâmpadas incandescentes que a China produziu em 2010, apenas 1,07 bilhões foram consumidas domesticamente.

Nos Estados Unidos, um plano semelhante será adotado a partir de 2012; na Europa, a abolição gradual das lâmpadas incandescentes vem acontecendo desde 2008. “Precisamos realmente incluir o mundo em desenvolvimento (na mitigação das emissões) porque se não o fizermos, o problema vai escapar de nosso controle. E o problema está muito perto de escapar de nosso controle”, refletiu Andrew Weaver, cientista climático da Universidade de Victoria.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Predadores Marinhos

Fotógrafo arrisca a vida,mas consegue belas images.




 O fotógrafo, de 64 anos, diz que quer oferecer a seus espectadores um pouco das belezas e estranhezas do ambiente subaquático. Nesta imagem, ele registra um tubarão-baleia no mar do Estado da Baja Califórnia, México.


 Nem todos animais das fotografias de Doubilet oferecem perigo, a exemplo desta rã que pulou na máscara do fotógrafo no delta do rio Okavango, em Botsuana


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 Para conseguir suas imagens, Doubilet não hesita em chegar perto dos predadores, como este crocodilo americano de quase quatro metros de comprimento, fotografado na costa de Cuba.






 Nesta foto, Doubilet captura o momento exato em que um aborígine Bardi perfura uma arraia com uma lança em Hunter Creek, no noroeste Austrália.




 Desde 1971, o fotógrafo já fez mais de 60 reportagens para a revista National Geographic. Suas fotos frequentemente aparecem em outras publicações. Aqui, ele registra uma água-viva nas águas da ilha de Gam, Raja Ampat, na Indonésia.




 O fotógrafo David Doubilet desafia o perigo mergulhando ao lado de algumas das criaturas mais perigosas e fascinantes do mundo subaquático, como esta raia jamanta, fotografada à noite no mar de Kona, no Havaí.




 Nesta fotografia David Doubilet está na Península Antártica, fotografando a vida marinha no gélido extremo da Terra.





Nesta imagem, uma vespa-do-mar, espécie de 'prima' da medusa que vive no oceano Pacífico, captura um camarão com seus tentáculos. A foto foi tirada na Austrália.

 Nesta fotografia Doubilet aparece ao lado de uma espécie de garoupa em risco de extinção na barreira de corais da Austrália.





segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Hoje

Uma pós a outra

Imagens do entardecer.








Suçuarana


Uma onça da espécie suçuarana foi capturada neste domingo, 6, em Corbélia, na região de Cascavel, no oeste do Paraná

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